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HONRAR A FAIXA PRETA É DEVER MORAL

Vocês que são 'faixa preta' honram essa 'conquista'? É uma pergunta que a Federação de Judô Social do Estado do Rio de Janeiro - FJSERJ faz com equilíbrio e consciência. Analisem esse questionamento e respondam a si próprios verdadeiramente.



Observamos, decepcionados, que a mecânica do 'pagou passou' está presa, como crosta, na grande maioria das entidades de judô pelo Brasil. O aluno(a) deve ser formado(a) pelo professor nos Dojos Clubes e o sistema de módulos insinua que fazem essa função (será?) e com a cobrança de taxas exorbitantes aos seus filiados.



O Brasil é o único que adota esse sistema de módulos para promoção. Se corrermos o mundo veremos que Japão e França, os quais são referências mundiais, não utilizam essa análise em seus exames. A FJSERJ e LNJ do Brasil reafirmam que esse 'método brasileiro' é perverso e comercial ao extremo, não atestando de forma alguma o conhecimento do graduado.



'As facilidades e o pagou passou saem caro e não precisam de ensinamento e doutrina.'



No tocante a formação com o 'pagou passou', a 'a faixa' vem manchada com a desonra e serve apenas para prender o wagi (judogi). Imaginem quando é concedida pelos que se autograduam?



O Judô Social Rio levanta a bandeira da ética, moral e dignidade, pois os nossos formados não 'pegam o atalho', precisam treinar incansavelmente em seus 'centros de treinamentos', adquirindo os conhecimentos passados pelos seus senseis até o exame final. A FJSERJ através do Conselho Estadual de Graus - CEG realiza encontros (Sistema de Padronizacao de Faixas) durante o ano, onde todos têm a oportunidade de participar.



Digam não a exploração e sejam graduados reconhecidos e respeitados!



Guará Matos - Coordenador de Comunicação




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